Não te esquecerei nem um dia,
navegarei por mares distantes,
voarei pelo mundo,
sumirei por algum tempo,
com a certeza que voltarei e
te reencotrarei.
Enquanto as estrelas não pipocarem
lá no céu,
enquanto não chover pingos de
felicidade,
enquanto você não souber o que é
amar de verdade,
insistirei sem vaidade.
O meu esforço em te mostrar que o
mundo gira aqui dentro do meu peito,
circulando pelas minhas veias o
calor sufocante da paixão,
é só para me colar ao seu coração.
Por enquanto sinta que um dia alguém
te amou tanto que foi capaz de te
perder um tempo, quem sabe até uma
vida inteira, deixando seu caminho
livre para novos encontros e
desencontros, esparando que um
dia, uma noite, uma eternidade,
você venha pedir minha mão,
para te salvar da solidão.
Estarei aqui esperando,
não importa se ficarás apenas
um minuto, mas ficarás e
desse tempo tentarei me aproveitar,
deixando profundas marcas que
você será incapaz de desfazer,
nem nunca mais me esquecer.
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Doce ou Salgado
Venha de onde vier
de onde quiser,
mas venha um dia,
se desejar posso te buscar.
Esqueça o medo e a culpa,
o tempo corre,
o constante não é vibrante,
ser feliz é retumbante,
a espera não me cansa,
só o que me entristece
é não vencer as barreiras,
os preconceitos,
é fugir do imprevisível.
Tentar ver além é temer
a imaginação,
é não acreditar que um
sonho pode ser realidade,
e se não for... não importa,
vamos viver nossos
desejos, nossos anseios
e nos permitir os erros.
Se os riscos te assustam,
se sua felicidade é assim,
enfim...
não me entenda mal,
sou um ser inconstante,
em busca de uma constância
que não sei se quero encontrar,
sou impulsiva sim.
O mundo é amplo,
é quase inifnito para um ser humano,
as possibilidades estão ao redor,
a frequência vibra,
sigo caminhos diversos,
um dia é azul,
no outro amarelo,
posso provar do doce
ou do salgado,
só não quero mais me violar,
tentando te provar,
tentando te mostrar,
o que é se doar.
de onde quiser,
mas venha um dia,
se desejar posso te buscar.
Esqueça o medo e a culpa,
o tempo corre,
o constante não é vibrante,
ser feliz é retumbante,
a espera não me cansa,
só o que me entristece
é não vencer as barreiras,
os preconceitos,
é fugir do imprevisível.
Tentar ver além é temer
a imaginação,
é não acreditar que um
sonho pode ser realidade,
e se não for... não importa,
vamos viver nossos
desejos, nossos anseios
e nos permitir os erros.
Se os riscos te assustam,
se sua felicidade é assim,
enfim...
não me entenda mal,
sou um ser inconstante,
em busca de uma constância
que não sei se quero encontrar,
sou impulsiva sim.
O mundo é amplo,
é quase inifnito para um ser humano,
as possibilidades estão ao redor,
a frequência vibra,
sigo caminhos diversos,
um dia é azul,
no outro amarelo,
posso provar do doce
ou do salgado,
só não quero mais me violar,
tentando te provar,
tentando te mostrar,
o que é se doar.
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
Asas da Liberdade
Cada ser nasce com um par de asas.
Felizes os que conseguem voar por toda vida,
alcançando o céu sem limites,
percorrendo o mundo sem fronteiras,
nem barreiras de cor, sexo, religião,
rumo ao horizonte colorido.
No início alçam vôos altos,
depois as asas são podadas,
os seres são catálogados,
esterelizados e padronizados.
Aquelas asas que um dia
atingiram o inatingível,
estão agora esquecidas,
sem saber das suas existências,
os passos apressados,
marcham pelo tempo
em busca do que está prescrito.
Se é bom ou ruim?!
Ninguém sabe.
Sem questionamento
a vida segue aparentemente correta,
sem mistério e o que se mostra
diferente é excomungado,
incompreendido e excluído.
Seres morrem em vida
e aprisionados ao padrão
dificilmente encontrarão
ali pertinho, juntinho do seu eu,
as asas da liberdade,
chamadas simplismente imaginação.
Mas os que conseguem se desvencilhar
das amarras sociais,
das correntes da opressão,
voltarão a voar,
vislumbrando um futuro e
planando pelo mundo da paixão.
Felizes os que conseguem voar por toda vida,
alcançando o céu sem limites,
percorrendo o mundo sem fronteiras,
nem barreiras de cor, sexo, religião,
rumo ao horizonte colorido.
No início alçam vôos altos,
depois as asas são podadas,
os seres são catálogados,
esterelizados e padronizados.
Aquelas asas que um dia
atingiram o inatingível,
estão agora esquecidas,
sem saber das suas existências,
os passos apressados,
marcham pelo tempo
em busca do que está prescrito.
Se é bom ou ruim?!
Ninguém sabe.
Sem questionamento
a vida segue aparentemente correta,
sem mistério e o que se mostra
diferente é excomungado,
incompreendido e excluído.
Seres morrem em vida
e aprisionados ao padrão
dificilmente encontrarão
ali pertinho, juntinho do seu eu,
as asas da liberdade,
chamadas simplismente imaginação.
Mas os que conseguem se desvencilhar
das amarras sociais,
das correntes da opressão,
voltarão a voar,
vislumbrando um futuro e
planando pelo mundo da paixão.
Persistência
Não tenho pressa,
não quero te prender,
nem te farei minha presa,
sonho em te perverter,
em tudo que pretender,
estarei sempre presente,
faço uma promessa,
essa é uma prévia,
só tenho uma paixão,
e é sua a preferência,
te espero sem presteza,
com toda precaução,
já fiz uma precação,
talvez sem muita persuasão,
continuarei perseverante,
sem medo de uma ato pérfido,
apenas confiante na sua perfeição.
não quero te prender,
nem te farei minha presa,
sonho em te perverter,
em tudo que pretender,
estarei sempre presente,
faço uma promessa,
essa é uma prévia,
só tenho uma paixão,
e é sua a preferência,
te espero sem presteza,
com toda precaução,
já fiz uma precação,
talvez sem muita persuasão,
continuarei perseverante,
sem medo de uma ato pérfido,
apenas confiante na sua perfeição.
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
Vai...
Vai...
segue sua reta,
não olhe para os lados,
nem para trás,
pois sei que não conseguirás,
seu umbigo é sua meta.
Dispensa as formalidades,
não diga adeus,
nem até logo.
Alimenta de ironia e
descaso esse rei que
fomenta dentro de você.
Tudo parecerá inócuo,
mas eis que alguém
sentirá o fio da sua navalha,
o corte frio na carne.
Por mais que demore,
por mais que sangre,
a cicatriz se formará
e essa, seu nome levará!
segue sua reta,
não olhe para os lados,
nem para trás,
pois sei que não conseguirás,
seu umbigo é sua meta.
Dispensa as formalidades,
não diga adeus,
nem até logo.
Alimenta de ironia e
descaso esse rei que
fomenta dentro de você.
Tudo parecerá inócuo,
mas eis que alguém
sentirá o fio da sua navalha,
o corte frio na carne.
Por mais que demore,
por mais que sangre,
a cicatriz se formará
e essa, seu nome levará!
Sorrateiramente
Me dá licença para eu invadir sua casa?
Nada tema, entrarei sorrarteiramente.
Não precisa se preocupar,
sentarei quieta num canto qualquer,
até que você chegue,
ou que me perceba.
Não precisa fazer nada,
limpo se preciso for,
sento você,
tiro seus sapatos,
trago o que beber,
te dou o que comer,
te levo pro quarto
te encho de afagos.
Talvez não tenha o que dizer,
ao menos espera o dia
amanhecer,
quando a luz acender
nos lençóis amassados,
dois corpos entrelaçados,
num silêncio de prazer,
você terá a certeza
que tudo demorou
para acontecer.
Nada tema, entrarei sorrarteiramente.
Não precisa se preocupar,
sentarei quieta num canto qualquer,
até que você chegue,
ou que me perceba.
Não precisa fazer nada,
limpo se preciso for,
sento você,
tiro seus sapatos,
trago o que beber,
te dou o que comer,
te levo pro quarto
te encho de afagos.
Talvez não tenha o que dizer,
ao menos espera o dia
amanhecer,
quando a luz acender
nos lençóis amassados,
dois corpos entrelaçados,
num silêncio de prazer,
você terá a certeza
que tudo demorou
para acontecer.
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Nova direção
Tudo permanecerá assim,
não quero mais seguir nessa estrada
do inconstante,
não posso insistir num jogo
sem vencedor,
de um lado a dualidade,
do outro o que há de mais
arrebatador,
não quero o desgaste
quero no mínimo uma boa
lembrança,
viverei feliz com a sensação
do se...
e se assim for...
direi que ao menos tentei,
a felicidade busquei,
não temi nunca o desfecho
desse caminho,
subi e desci,
abri e fechei,
dei todas as chances
para uma via de mão dupla,
respeitei cada sinalização,
que muito me confundia,
nunca ignorei cada pedaço
desse chão,
mas aqui deixarei
gravado como as marcas
do meu coração,
por tudo que transitei,
um tatuado abraço,
de um ser que seguirá
em outra direção!
não quero mais seguir nessa estrada
do inconstante,
não posso insistir num jogo
sem vencedor,
de um lado a dualidade,
do outro o que há de mais
arrebatador,
não quero o desgaste
quero no mínimo uma boa
lembrança,
viverei feliz com a sensação
do se...
e se assim for...
direi que ao menos tentei,
a felicidade busquei,
não temi nunca o desfecho
desse caminho,
subi e desci,
abri e fechei,
dei todas as chances
para uma via de mão dupla,
respeitei cada sinalização,
que muito me confundia,
nunca ignorei cada pedaço
desse chão,
mas aqui deixarei
gravado como as marcas
do meu coração,
por tudo que transitei,
um tatuado abraço,
de um ser que seguirá
em outra direção!
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Simples Carinho
No barulho que rodeava aquelas pessoas
ela se aproximou e estendeu sua mão
suada e fria de tanto nervoso
por aquele reencontro.
Alguns segundos pareceram eternos,
um silêncio repentino se fez
nos seus ouvidos,
só o pulsante barulho dos dois corações
e as suas mãos ainda ali ligadas.
Nada se pronunciava, nem precisava,
seus olhos falavam o que os lábios
não conseguiam dizer.
E as mãos ali unidas,
um simples gesto de carinho
irradiando eletrcidade por todo corpo.
Quem seria capaz de desfazer o laço primeiro?!
Quem seria capaz de acabar com aquele prazer?!
Alguém desfez...
e no findar do abraço das mãos...
após o gozo de felicidade daquele toque...
o mundo voltou ao normal...
as pessoas reapareceram...
e os dois seres seguiram...
cada qual pro seu mundo...
cada qual pra sua rotina...
cada qual carregando
dentro de si a leveza e
a pureza em saber que
o outro existe e
a qualquer momento podem
se ver, se esbarrar, quiçá se tocar?!
ela se aproximou e estendeu sua mão
suada e fria de tanto nervoso
por aquele reencontro.
Alguns segundos pareceram eternos,
um silêncio repentino se fez
nos seus ouvidos,
só o pulsante barulho dos dois corações
e as suas mãos ainda ali ligadas.
Nada se pronunciava, nem precisava,
seus olhos falavam o que os lábios
não conseguiam dizer.
E as mãos ali unidas,
um simples gesto de carinho
irradiando eletrcidade por todo corpo.
Quem seria capaz de desfazer o laço primeiro?!
Quem seria capaz de acabar com aquele prazer?!
Alguém desfez...
e no findar do abraço das mãos...
após o gozo de felicidade daquele toque...
o mundo voltou ao normal...
as pessoas reapareceram...
e os dois seres seguiram...
cada qual pro seu mundo...
cada qual pra sua rotina...
cada qual carregando
dentro de si a leveza e
a pureza em saber que
o outro existe e
a qualquer momento podem
se ver, se esbarrar, quiçá se tocar?!
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Rendição
Rasga o meu peito
e arranca o que resta dentro dele.
As sobras são feridas
de um longo tempo
de espera e respeito.
Já não sei mais o que falar
o que mostrar
para provar o sabor do meu afeto
e a pureza dos meus sentidos
pro seu mundo de concreto.
Ainda que vigore
que perdure essa paixão
tenho aprendido com o sofrer
tantas voltas, tanto querer
uma profunda violação.
As marcas feitas pelas suas garras
sem motivos aparentes
só o tempo para desatar as amarras
entendimentos distintos e
entendimentos pendentes.
De longe assistirás a rendição
na hora certa saberás
talvez sinta uma leveza no coração
no que depender de mim...
se arrependerás!
e arranca o que resta dentro dele.
As sobras são feridas
de um longo tempo
de espera e respeito.
Já não sei mais o que falar
o que mostrar
para provar o sabor do meu afeto
e a pureza dos meus sentidos
pro seu mundo de concreto.
Ainda que vigore
que perdure essa paixão
tenho aprendido com o sofrer
tantas voltas, tanto querer
uma profunda violação.
As marcas feitas pelas suas garras
sem motivos aparentes
só o tempo para desatar as amarras
entendimentos distintos e
entendimentos pendentes.
De longe assistirás a rendição
na hora certa saberás
talvez sinta uma leveza no coração
no que depender de mim...
se arrependerás!
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Esvaziamento da alma
Um turbilhão me arrebatou,
a minha imagem e semelhança
me torturou.
Dormia e acordava com um soprar
nos ouvidos,
com os lábios doces de sonhar.
Era contigo e comigo
que me deixava levar.
Doce deleite onde
dois corpos se envolvem
e se escondem.
Meu coração espera
por outrem
que se dissipa entre medos
e segredos.
Sincronia e afinidade,
não alimentam nossa simbiose.
Nada mais me acalma,
talvez uma ouverdose
para sentenciar
o esvaziamento da alma!
a minha imagem e semelhança
me torturou.
Dormia e acordava com um soprar
nos ouvidos,
com os lábios doces de sonhar.
Era contigo e comigo
que me deixava levar.
Doce deleite onde
dois corpos se envolvem
e se escondem.
Meu coração espera
por outrem
que se dissipa entre medos
e segredos.
Sincronia e afinidade,
não alimentam nossa simbiose.
Nada mais me acalma,
talvez uma ouverdose
para sentenciar
o esvaziamento da alma!
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